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segunda-feira, 30 de julho de 2012

Barca Velha 2004

 Já disponível na Zahil!

Prezados,

A cada novo ano o mercado aguarda ansioso a declaração se haverá ou não um novo Barca Velha.
Passamos algum tempo sem darmos  esta boa notícia, mas, ao contrário, hoje anunciamos a chegada deste precioso vinho à Zahil, na safra 2004.

O Barca Velha é o vinho-ícone de Portugal e está entre os mais celebrados do mundo. Sua criação em 1952 deve-se ao fato do Sr. Fernando Nicolau de Almeida, enólogo da Casa Ferreirinha naquela época, querer fazer um vinho de mesa de qualidade, em terras onde reinavam os vinhos do Porto.
A escolha criteriosa das uvas, os cuidados com a vinificação e a preocupação em colocar o vinho no mercado somente quando estivesse pronto para ser bebido, são alguns dos detalhes que fizeram o Barca Velha destacar-se.
Hoje o cuidado na elaboração continua tão extremo quanto antes, fazendo com que somente em anos verdadeiramente excepcionais,  cujos vinhos  mostraram evolução  dentro dos critérios estabelecidos,  a Casa Ferreirinha  os  declare  um Barca Velha. Até hoje somente 17 safras  foram feitas, incluindo a de 2004.

O Barca Velha  2004  vem de um ano quente e seco que, apesar de algumas chuvas no início de Setembro, garantiram uma colheita bem sucedida, feitas manualmente. Após desengaço total e suave esmagamento, a fermentação alcoólica ocorreu em cubas de aço inoxidável e lagares mecanizados. Durante este período,  procederam-se  remontagens por bomba e "pigeages" com robôs, com temperatura controlada por sistema automático. Realizou-se também uma longa maceração a fim de se obter a extração aromática e polifenólica desejada.
Os vinhos foram transportados para Vila  Nova de Gaia  ao final da maceração, onde foram submetidos a um estágio em barricas de carvalho francês de 225 litros durante aproximadamente 16 meses (75% madeira nova e 25% madeira usada). O lote final foi elaborado com base na seleção continuada dos melhores vinhos, resultante das inúmeras provas e análises efetuadas de diferentes lotes e barricas existentes. Para preservar a sua mais  alta qualidade,  Barca Velha 2004  foi engarrafado sem tratamento, sendo, portanto, natural a formação de depósitos.


Dados Técnicos                                                                                                
Tipo: Encorpado
Teor Alcoólico: 13,5%
Madeira: 16 meses
Corte: 40% Touriga Nacional, 30% Touriga Franca, 20% Tinta Roriz,
10% Tinto Cão
Guarda: 15 a 20 anos
Temperatura Ideal de Serviço: 17°C a 20°C



                                                                                                                                          Por R$1.331,00

quinta-feira, 19 de abril de 2012

Em breve: ACausa Wine 2012

Poucas ações filantrópicas valem tanto a pena como ACausa Wine, um evento promovido pela Piccola Forneria que este ano está na sua 3° Edição.
Primeiro, porque ACausa é uma entidade não governamental séria, que atua prestando assistência a portadores do vírus da AIDS e suas famílias, por meio do fornecimento de cestas básicas entre outras ações. Esse evento ainda é uma grande oportunidade para você conhecer e degustar vinhos especiais, selecionados pelas 21 empresas que apoiaram o projeto (17 importadoras e 4 vinícolas nacionais).
A Zahil participou das duas primeiras edições e também estará presente nesta próxima, no dia 02 de maio. Alguns de nossos vinhos foram destaque nas primeiras versões do evento. Em 2010, destacou-se o vinho libanês Château Kefraya (R$143), diferente não somente pelo país de origem, mas pela complexidade tânica, herbácea e sabor muito agradável. Em 2011, apresentamos entre outros um vinho branco que foi um estrondo: Framingham Sauvignon Blanc (R$106) - extremamente fresco e intensamente perfumado.
Para este ano, selecionamos alguns de nossos grandes sucessos e outras novidades que com certeza irão surpreender muita gente.
Aguardem!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Cascaï - Chateau Ferry Lacombe

 Nosso vinho Cascaï 2010, um Provence rosé aromático, fino e com longa persistência, feito com Grenache, Cinsault e Syrah (R$131) foi mencionado na matéria "Cores de Provence" por Didú Russo na revista Prazeres da Mesa - edição nº 102.
 A Confraria dos Sommeliers degustou às cegas alguns vinhos rosés dessa região francesa e elegeu os três melhores, sendo que nosso Cascaï ficou em segundo lugar, com 85 pontos, comprovando o que nós já sabíamos: o vinho prima pela delicadeza esperada de um bom rosé de Provence. Vale a pena experimentar!

sexta-feira, 9 de março de 2012

Panorama da Pinot Noir do Novo Mundo na Zahil


"Pinot é uma uva difícil" já é mais repetido no meio dos vinhos do que "alalaô" no Carnaval - a questão é que é verdade. A uva é caprichosa, suscetível a cada detalhe que a cerca: desde o solo até a quantidade de chuva, passando pela forma com que é podada e chegando aos cuidados da vinificação. 

Não é sem motivo que os mais fanáticos dizem não existir Pinot Noir fora da Borgonha. Muitas vezes os vinhos se tornam irreconhecíveis, distorcidos pelo clima quente ou pelas técnicas de produção mais adequadas a outras variedades. Ainda assim, a cada tanto, aparecem alguns "bolsões de Pinot Noir" em lugares inusitados, que nos permitem descobrir novas expressões da uva sem que o vinho perca seu refinamento e uma relativa delicadeza, marca registrada da variedade.

Recentemente a equipe da Zahil de São Paulo se reuniu em torno das taças para provar e comparar Pinot Noir exclusivamente provenientes do Novo Mundo. Exceto eu mesmo, todos provavam seis vinhos às cegas, embora pudessem calcular quais poderiam estar a partir dos que compõem o nosso portfólio. São eles, atualmente:

Da Argentina:
Trumpeter Reserve Pinot Noir (R$71)
Salentein Reserve Pinot Noir (R$68)
Primus Pinot Noir (R$216)

Do Chile:
Sol de Sol Pinot Noir (R$118)
Montsecano (R$287)
Tectonia (R$95)

Da Nova Zelândia:
Framingham Pinot Noir (R$139)

O primeiro vinho, de cor rubi e intensidade média, mostrava álcool pronunciado já no nariz, embora com aromas que, para muitos na mesa, seguramente indicavam a variedade: notas florais, morango e um leve terroso. O vinho era volumoso e de fato continha um teor alcoólico elevado, característico dos Pinot produzidos na Argentina. Muitos votaram Trumpeter, a maioria acertou ao votar Salentein Reserve.

O segundo vinho mostrava a mesma tonalidade, com mais complexidade no nariz (sinais de evolução) e fruta ainda fresca. Em boca era delicado e equilibrado, muito floral, com notas terrosas e fruta muito fresca. Este confundiu muita gente - eu inclusive. Os que chegaram mais perto votaram no Tectonia ou no Sol de Sol - era o Framingham, nosso delicioso Pinot neozelandês.

O terceiro vinho trazia sempre a mesma cor, com um pouco a mais de concentração. No nariz um defumado forte denunciava para mim o rótulo, mas a fruta era bem colocada e as notas florais se ressaltavam. Em boca era estruturado, ainda que muito fresco e delicado, com bastante fruta e muito frescor. O defumado, que para mim era delator do vinho, é muito comum no Sol de Sol Pinot Noir, vinho produzido na afastada região de Traiguén, no extremo sul da área vitivinícola chilena.

O quarto vinho era bastante violáceo e concentrado, mas o que entregou de fato foi um aroma que lhe é característico: algo resinoso - que sempre me lembra as bolinhas japonesas, Jintan - e um terroso intenso, muito marcante. A fruta também é fresca e viva. Os taninos são mais pronunciados do que nos seus companheiros, o álcool bastante integrado e também em boca o resinoso aparece. Este era, obviamente, nosso raro e especial Montsecano, vinho biodinâmico produzido a partir de uma pequena parcela em Casablanca.

O quinto vinho tinha óbvios sinais de idade, seja pela cor (granada, com traços discretamente alaranjados) que pelos aromas (com flores secas, algo proteico além da fruta bem madura, que me fez pensar em morangos secos) e pela textura (com taninos marcantes, mas muito polidos), além do álcool também mais ressaltado que nos outros. Muitos foram capazes de identificar o Primus Pinot Noir, que ainda existe em estoque na safra de 2004 e é o mais velho à disposição. Boa surpresa, considerando o quanto este vinho é concentrado e potente quando novo e se mostrou bastante elegante e agradável, tendo integrado bem o alto teor álcool caracerístico dos vinhos argentinos.

O sexto e último vinho, complexo, fresco e refinado, foi a grande surpresa da noite: Tectonia, novidade da Zahil e da Bodega Volcanes de Chile, ainda não tinha sido provado muitas vezes por ninguém e foi, juntamente com o terceiro vinho, Sol de Sol, escolhido o mais atraente, complexo e típico da variedade. Seus aromas vão da fruta ao leve terroso, passando por um delicado tostado que remete às cinzas de carvão. Leve, de textura macia e muito frescor em boca, reflete o clima frio de Bio-Bio e o solo vulcânico que inspirou toda a produção da bodega.

Enfim, belíssima degustação que nos brindou com um panorama bastante completo da Pinot Noir em regiões selecionadas do novo mundo: na Argentina são mais concentrados e alcoólicos, mas também intensos e sedutores enquanto nas regiões mais frias do Chile e na Nova Zelândia podem ser muito refinados e complexos. Montsecano é, sem dúvida, o mais cheio de caráter de todos: mais que chileno, mais que Pinot, é um vinho marcado pela origem (uma colina em Casablanca) e pelo cultivo e vinificação peculiar (biodinâmicos, com fermentação em ovos de cimento).

Bernardo Silveira
Diretor Técnico - Zahil Importadora

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

2012 - Ano de Portugal no Brasil

Anualmente, um país é convidado a promover ações bilaterais de aproximação com nossa nação para juntos nos reiventarmos culturalmente.
Este ano temos um ato inédito, Brasil e Portugal realizarão juntos o "Ano de Portugal no Brasil" e o "Ano do Brasil em Portugal". Foi acordado que o "ano" começará dia 07/09/2012 - dia nacional do Brasil - e terminará dia 10/06/2013 - dia nacional de Portugal.
Com isso, a Zahil Santos também promoverá um ano repleto de ações como promoções e eventos que auxiliem na divulgação dos diferentes estilos de vinhos de nossos patrícios. Aguardem!

Um bom ano aos portugueses e brasileiros!

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Zahil na Prazeres da Mesa nº101

Na edição de dez./jan. 2012 saímos no ranking dos "100 Grandes Vinhos" - os rótulos mais bem pontuados nas degustações de 2011. Lá estão nossos Finca La Garriga 06 (100% Samsó (Carignan), que é surpreentendemente fresco e equilibrado, sem excessos e com as especiarias típicas, alcaçuz e pimenta, da uva na região; e The Coppermine Road 05 (100% Cabernet Sauvignon produzido com uma parcela selecionada das melhores plantas), ambos com 91 pontos, pontuação esta que pela tabela da revista quer dizer que é um "Ótimo" vinho. Nosso Lagar de Cervera 08 (vinho muito fresco e com perfumes de flores e frutas produzido 100% com a uva Albariño) também apareceu no ranking com 88 pontos ("Muito bom" vinho).
Na matéria da entrevista com Giuseppe Palmieri (sommelier do restaurante Osteria Francescana, em Modena, Itália) alguns vinhos são destacados por ele como caprichos seus, vinhos que conquistaram espaço em sua adega e pelos quais é apaixonado, dentre estes estão os Barolos de Giacomo Conterno, e aqui na Zahil temos o Cascina Francia (um Barolo sério, para se beber entre 10 a 30 anos, de estilo tradicional).
Na coluna "As Melhores de 2011" de Jorge Lucki (consultor da Zahil), ele fala sobre as melhores harmonizações do ano.
Ler esta matéria dá água na boca e grandes dicas para quem quer preparar tais pratos ou beber certos vinhos e não sabe como harmonizá-los, vale a pena conferir...
Com o "robalo em ceviche e sopa fria ao manjericão foi servido um vinho fresco e de boa estrutura, nosso Chablis Grand Cru Les Preuses 07 (vindo de um vinhedo que produz vinhos gordos, maduros e equilibrados) foi o escolhido e se saiu muito bem.
Nosso Ribolla Anfora 04 (vinho mineral, estruturado e com acidez viva) foi harmonizado com "leitão de leite, caqui na cachaça e alho negro". Como diz Lucki, o leitão de carne tenra "exige" um Gravner (produtor deste vinho).
E para finalizar, na coluna de Jorge Carrara apareceu nosso Juan Carrau Reserva Sauvignon Blanc Sur Lie (inspirado nos Sauvignon Blanc do Loire, França, tem um estágio de 3 meses sobre as lias de fermentação, enriquecendo-se em perfumes e ganhando em volume e textura) na matéria "Grande Safra no Uruguai".
A matéria fala sobre o "Food & Wine 11" que aconteceu em Punta del Este e reuniu 15 chefs de diversos países.
A segunda edição do evento aconteceu no hotel Mantra e, no último dia enquanto Francis Mallmann (chef argentino) cozinhava numa praça, nosso querido Juan Carrau Reserva Sauvignon Blanc Sur Lie foi servido.
Estou um pouco atrasada quanto a esta edição da Prazeres da Mesa, mas não podia deixar de falar de tanta comida gostosa e vinhos maravilhosos. Espero que se deliciem!
Abraços.

sábado, 11 de fevereiro de 2012

Olá a todos,
Estive no Uruguai  em 2011 a convite da Bodegas Carrau, e fomos recebidos pelos irmãos Francisco e Javier Carrau e o enólogo Octavio Giola.
A Família Carrau começou sua história com vinhedos e vinhos na Cataluña em 1752, chegaram ao Uruguai em 1930, pelas mãos de Juan Carrau Sust avô dos nossos anfitriões Francisco e Javier.
Octavio Giola nos acompanhou a um passeio nos arredores da sede da vinícola onde são cultivados uma pequena mostra da uva Tannat provenientes de vários países, entre eles França, Africa do Sul e E.U.A, sendo estas plantas utilizadas na pesquisa para melhoramento desta variedade.  Hoje, a Carrau produz uma grande variedade de cepas, sendo a mais importante, claro, a Tannat, seguindo de Cabernet Sauvignon, Merlot, Cabernet Franc e Nebiolo nas tintas e, Chardonnay, Sauvignon Blanc e Moscato nas brancas.
Além dos vinhedos de Canelones, cortamos o país para conhecer o projeto que faz fronteira com o Brasil, nos vinhedos de Cerro Chapéu, onde pudemos degustar algumas raridades, como a primeira safra do Amat Tannat 1998 e a safra 2002, considerada a melhor de todas.
De volta a Montevidéu, nos despedimos do Uruguai em um almoço onde confirmamos a perfeita harmonização da uva Tannat com a excelente carne de cordeiro produzida naquele país. Para este almoço, o vinho escolhido foi o Juan Carrau Reserva Tannat (R$58) vinho com muito boa relação qualidade/preço.
Um abraço a todos e até breve.
Murilo

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012

Jantar Harmonizado Zahil & Guaiaó: Vinhos Castillo Perelada

Tivemos o prazer de oferecer, em parceria com o Guaiaó Restaurante, um jantar harmonizado pelos vinhos espanhóis Castillo Perelada.
Apesar da parceria, que se estabelece com vínculos cada vez mais próximos, da Zahil com o Guaiaó, eu ainda não tinha tido a chance de conhecer o restaurante, e confesso que a curiosidade era grande por conta dos inúmeros elogios que ouvia de nossos clientes. Passo a vocês então a minha impressão do restaurante logo ao chegar...O foco é a comida. Com uma decoração bastante minimalista, que une o clássico ao moderno, o clima é de total apreço à gastronomia contemporânea. Do salão é possível ver os pratos serem preparados pelo chef André Ahn, e o atendimento no salão é impecável, fazendo com que nos sintamos respeitados, pois o momento é nosso e, seremos bem atendidos.
Mas, o dia era de "festa" e logo reconheci muitos de nossos convidados que são para nós mais do que meros clientes. As Cavas já estavm no gelo e os vinhos já estavam sendo decantados. Patrice Lesclaux (diretor da Castillo Perelada) e Bernardo Silveira (diretor técnico da Zahil) cuidaram para que o serviço do vinho também fosse perfeito. Senti-me segura e feliz.
Para o início do jantar, o Murilo (Zahil Santos) apresentou Patrice, que descreveu a história da vinícola na Catalunha, o castelo medieval sede da vinícola e o prestígio dos vinhos Castillo Perelada pela Espanha e pelo mundo, representado pelas celebridades como a Cava o casamento do príncipe Philipe ou a declarada adoração de Salvador Dali por seus vinhos.
Então, deu-se início à descrição das Cavas Rosada e Brut, que acompanharam respectivamente as entradas "Tomate Tomate Tomate" e "Vieiras marinadas em azeite de castanha" - ocorreu uma harmonização perfeita entre a Cava Rosada (R$98) e a entrada de tomate, principalmente devido ao adocicado do tomate com o delicado adocicado do espumante rosé; já na segunda entrada, a Cava Brut (R$98)  harmonizou com as vieiras que eram acompanhadas por creme de cará, mas não com o molho de maracujá que acompanhava o prato, que segundo Bernardo, harmonizaria melhor com um vinho com maior grau de acidez como um sauvignon blanc do novo mundo.


O Crianza 3 Fincas (R$74) foi servido com "Costelinha de porco ao molho de shoyo na cama de canjiquinha com shimeji e brotos", uma harmonização que agradou a todos. Para acompanhar o segundo prato "Cupim ao molho roti com creme de alho poró e cogumelos diversos ao molho de taré de caju" servimos dois vinhos: os Reservas 5 Fincas (R$132) e o Malaveina (R$205), sendo que o segundo foi considerado "a grande presença na noite".


A sobremesa "Torre delícia recheada com mousse de chocolate meio amargo com calda de chocolate e creme de sonho de valsa" foi acompanhada pelo madeira Full Rich 5 years, da vinícola portuguesa Henriques & Henriques.

Foi uma noite incrível!
Obrigada ao André Antivilo e ao André Ahn pela acolhida no Guaiaó Restaurante, esperamos repetir a noite em breve. Obrigada a todos os convidados-clientes-amigos.
Um grande abraço.